Baby Talk


A expressão nasceu de uma sitcom americana que foi ao ar nos anos de 1991 e 1992, nada mais que uma adaptação para a TV de um show chamado Look Who’s Talking. Pra quem não sabe, uma sitcom (situation comedy) é como um seriado, ou seja, uma série de episódios que são gravados ~geralmente ~ao vivo para uma plateia. Elas nasceram no Reino Unido e são derivadas do rádio. Alguns exemplos? The Big Bang Theory, Sai de Baixo, Chaves, Friends,  e por aí vai.
Mas o que isso tem a ver com o título do texto, Marcela?
Bem, esse é um texto de  relacionamento com um toque de informação pra criar uma fundamentação teórica sobre o assunto (porque eu confio na capacidade intelectual dos meus leitores e não sou obrigada a escrever só futilidades, certo?)
Quando converso com as pessoas sobre Baby talk na relação amorosa descubro que é uma coisa que poucas (pouquíssimas) pessoas gostam, muitas usam e quase ninguém assume. Muitos casais abominam essa prática porque dizem que perdem a excitação ou algo do tipo, mas alguns fazem com frequência e até em público.
Eu entrevistei um homem e uma mulher, veja o que eles pensam sobre o assunto:
Eu acho que esse modo de conversar é, em partes, aceitável num relacionamento. No começo, quando estamos apaixonadinhos e iludidos é normal. Mas quem fala sempre como bebe é ridículo e irritante.” – Larissa, dona do blog Mundo Ninna
“Penso o seguinte, até certo ponto é bonito, digo entre eles. A partir que eles começam a usar essa "linguagem" em público deixa de ser legal, fica deselegante.” – Christopher, dono do blog Mundo do Escritor
Minha humilde opinião diz que há hora pra tudo. Dar apelidinhos carinhosos e falar como um bebê pode significar carinho, proteção, cuidado e a melhor hora pra isso é quando vocês estão sozinhos, abraçados, assistindo um filme. Lembre-se: nunca em público e nunca no sexo. NUNCA!

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